A dona desse blog

Sou o tipo de pessoa que aproveita qualquer oportunidade para falar sobre as maravilhas do minimalismo e o quanto é importante tentarmos ser mais amigos da natureza. Em 2016, o ano em que meu filho nasceu, eu conheci o conceito de um estilo de vida minimalista, e desde aquela época tenho tentado ter apenas o essencial. Sou uma pessoa ansiosa e impulsiva, então tenho falhado bastante nessa minha jornada. Mas cada vez mais tenho dado uma pausa, pensado a respeito sobre algo, e descoberto algo novo sobre eu mesma que eu não saberia se continuasse seguindo a manada.

Me auto intitular minimalista não era o meu plano, porque eu nunca gostei muito de rótulos, mas alguns deles até nos ajudam a ser quem somos e nos motivam a seguir o caminho que queremos ir.

Ser minimalista me transformou em uma pessoa mais questionadora. Durante esses quase três anos tenho me auto questionado se realmente preciso comprar, usar, vestir, comer, amar algo. Se faço isso porque sim, ou porque realmente é essencial para mim.

Eu amo ler histórias sobre criaturas mágicas, ver filmes e séries de fantasia e jogar jogos medievais. E tenho uma queda por “distopias” com protagonistas mulheres, como Jogos Vorazes e O conto da Aia. Tenho uma queda por mulheres em geral.

Se pudesse escolher meus próprios rótulos escolheria estes aqui:

Sou mãe. Sou feminista. Sou minimalista. E uma pessoa cada vez mais consciente sobre os impactos que posso causar no nosso planeta.

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Estou sempre em constante mudança, por dentro e por fora.

Mallu