12 itens que você não precisa ter no Enxoval do Bebê

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Percebi que algumas listas de “não pode faltar!” são extremamente extensas, e eu fico me perguntando qual deve ser o tamanho da casa dessas pessoas, porque com certeza com a quantidade de itens listados não daria para guardar/esconder tudo em cima do armário ou embaixo da cama.

Lembrete: O post não é uma crítica às mães que compram esses itens. Você tem todo o direito de comprar o que quiser, porém é sempre bom lembrar a diferença entre querer e precisar. E cada vez mais temos confundido o significado dessas duas palavras,  tudo culpa dessa nossa sociedade consumista. Que faz com que  blogs, sites e revistas estejam sempre tentando nos fazer crer que precisamos de algo a mais para completar e facilitar a vida com um bebê (e até sem ele). Que temos que comprar tudo para o caso de precisar um dia. Não acredite em posts que dizem que você “TEM QUE”. Na maioria das vezes você e seu bebê conseguem muito bem se virar sem o tal produto.

Então listei abaixo as coisas desnecessárias mais “normais” das pessoas acharem que precisam, mas que eu acho dispensáveis. 

 

1.Saída maternidade

Saída de Maternidade Tranças Marinho
Macacãozinho básico por apenas 159 reais (detalhe: está na promoção) Imagem:lilibee.com.br

Ô coisa cara! E serve que mesmo? Para sair da maternidade e ir para casa. ATA. Essencial eles dizem, né?

 

2.Conjunto de Malas/Bolsas maternidade

O Conjunto de Bolsas Maternidade Lollipop Cinza Hug é incrível! Essas bolsas de maternidade com listras ficam incríveis com qualquer look da mamãe, para ir à maternidade, ou nos passeios com o pequeno! Cada tamanho e formato é ideal para uma ocasião, não fique sem a sua!

Esse tipo de produto é vendido normalmente em dupla, ou trio, porém como você pode ver na imagem acima, em algum lugar do mundo uma mãe PRECISA de 5 bolsas diferentes para carregar as parafernalhas da criança (se for uma mãe de óctuplos, me desculpe, você tem todo o “direito” a esse kit rs).

Para contrariar todas as listas de enxoval que eu li, eu não comprei uma bolsa maternidade com o nome do meu filho escrito em azul (tudo bem se você comprou, cada um tem um gosto diferente, e assim a vida segue). Para a maternidade levei 2 bolsas, uma que minha mãe emprestou e outra que a própria maternidade deu (do programa Cegonha Carioca). Para o dia a dia, comprei uma mochila de “couro” marrom cheia de compartimentos. Uso a mochila desde sempre. Levo-a tanto para o pediatra, quanto para festas. Acho que combina muito mais conosco, fica bem com qualquer look (tanto meu, quanto do meu namorado). E meus ombros agradecem, já que dá para equilibrar o peso.

 

3.Kit higiene completo personalizado

Lindo kit higiene para deixar o quarto da sua bebê mais encantador!  O kit contem:  Bandeja  3potes(PMG)  Porta fraldas  Lixeira  Abajur    Kit pintado com tinta esmalte acetinado e decorado com tecido 100% algodão e renda!    Kit feito com muito carinho e dedicação para deixar o quartinho da sua...

Bonito? Sim. Extremamente necessário? Não.

4.Conjunto Manicure

Kit Manicure infantil  com Estojo. O kit manicure infantil com estojo da Baby é ideal para a mamãe cuidar das unhas delicadas do bebê. Este Kit possui pontas arredondadas que oferecem segurança e firmeza e um estojo com design moderno

O legal do kit é que você pode testar qual item você e seu bebê se dão melhor. E normalmente sai mais barato comprar em conjunto, do que se for comprar um por um. Mas se preferir apenas um item, dispense o kit, e compre apenas O item. No meu caso, comprei apenas uma tesourinha de ponta arredondada, e em dois anos não senti falta de lixa nem de cortador.

 

5.Termômetro de banheira

Termometro de banheira para seu bebê

Põem a mão ou o cotovelo na água. Se a temperatura estiver muito quente você vai saber, tenho certeza.

 

6.Aquecedor de mamadeira

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Por aqui não usamos mamadeira então o item foi automaticamente descartado da lista. Se seu bebê usa mamadeira e você tem medo de sair para algum lugar e não ter onde esquentá-la aqui vai uma dica: comece a oferecer na temperatura natural. Assim nunca mais vai precisar se preocupar se o liquido está quente ou frio demais.

 

7.Aquecedor de lenço umedecido

Mark Zuckerberg publica foto trocando a fralda da pequena Max

Apesar de eu achar totalmente desnecessário, parece que o criador do Facebook precisa desse item. Cada um com sua opinião né.

 

8.Talco, Colonia, Loção Hidratante

Há muitas outras maneiras de usar o talco, além do cuidado com a pele dos bebês. O produto pode facilitar a limpeza e a organização da casa. Você vai se surpreender!

Tudo isso pode ser substituído por: não usar absolutamente nada. Tem coisa mais cheirosa que a pele do próprio bebê? Eu acho que não. E muitas desses produtos nem são indicados para menores de 6 meses. Ou seja, se quiser mesmo usar isso no bebê, pode esperar para comprar quando ele puder usar.

 

9. Muitas caixas de cotonete para limpar o ouvido

Eu não me dou bem com cotonetes, sempre acabava surda por horas por ter sem querer empurrado a cera, ao invés de “puxá-la” rs. Então preferi não arriscar com meu filho. Limpo o ouvido dele depois do banho, com uma pequena parte da toalha úmida. E fica Ok! Quando estava grávida comprei um pacote de cotonetes, usei para higienizar o umbigo dele nos primeiros dias de vida. Depois usamos para limpar qualquer coisa, principalmente partes pequenas de produtos eletrônicos. Mas quando o pacote acabou não compramos outro. Menos um item para se preocupar, não é mesmo?

 

10.Sapatos para bebês que nem começaram a tentar andar

Pode até ser a coisa mais fofa do mundo, mas não deixa de ser desnecessário. Meu filho só vivia de meia em casa, no pediatra, no shopping, mercado. Quando fazia calor, eu o deixava descalço mesmo. Longe de mim comprar sapato só pra enfeitar. Pior ainda é calçar o pé do bebê com um sapato super desconfortável só para as pessoas não acharem feio. Juro que tem gente que pensa isso.

 

11.Almofada de amamentação

Almofada de Amamentação

Facilmente substituível por um travesseiro bomzão. E o melhor é que você nem vai precisar se desfazer dele quando seu bebê crescer.

E por último, mas não menos importante:

12.Pomada de prevenção de assaduras

Na hora de trocar a fralda do bebê, tenha tudo o que vai precisar perto de você (Foto: Thinkstock)

imagem:Thinkstock

Você não precisa de um estoque das mais variadas marcas, cheiros e texturas desse item.

Diferente do que a maioria pensa, o hábito de usar pomada de prevenção em toda troca de fralda pode prejudicar a pele do bebê e deixá-la sensível ao invés de protegê-la. Para prevenir assaduras o melhor é realizar uma boa higiene durante a troca: água morna filtrada e algodão, e depois secar bem a região.

Use pomada APENAS se o bebê estiver com assaduras, e use apenas a pomada indicada pelo pediatra ou dermatologista da criança, que provavelmente será uma de TRATAMENTO, e não prevenção.

PS:Nos dias quentes eu ponho um pouco de amido de milho na fralda do meu filho, já que ele é um bebê muito calorento e tem alergia ao calor/suor. E tenho sempre um tubo da pomada de tratamento que a pediatra dele indicou, por precaução, mas raramente usamos.

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Bom, esses são os 12 itens que eu acho dispensáveis para o enxoval de um bebê. Você acrescentaria mais algum item? Ou manteria algo na lista?

-Mallu

 

 

A importância de incentivar seu filho a ser independente

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imagem: @kcstauffer

Já dizia Maria Montessori:

“Qualquer ajuda desnecessária é um obstáculo na aprendizagem”

Quando você faz tudo pelo seu filho, você faz com que ele se torne totalmente dependente de você, independente de ter 1 ou 12 anos. A maioria das mães nem sequer permitem que seus filhos tentem fazer algo por conta própria. Guardam seus brinquedos, arrumam suas camas, calçam seus sapatos e todo tipo de tarefa que eles próprios poderiam fazer sozinhos se tivessem a oportunidade, ou se tivessem tal incentivo. Não é incomum que essas crianças, tão ajudadas por seus pais, se tornem adultos inseguros, que delegam tarefas e responsabilidades, que não conseguem tomar decisões sozinhos.

Quando meu filho tinha oito meses, ele caiu da nossa cama. Depois desse triste episódio, invés de triplicar os cuidados e estar sempre lá para tirá-lo da cama, eu decidi que daria mais autonomia a ele. Eu o ensinei a descer da cama sozinho. Ele nunca mais caiu.

Have you seen our new stacking pyramid? Made from maple wood and customisable with your choice of colours. It’s a toy which will be enjoyed by the whole family!

No aniversário de um ano ele ganhou um brinquedo de empilhar argolas. No começo ele empilhava na ordem errada, é claro, as argolas menores não chegavam até embaixo, e as maiores ficavam sem espaço. E quanto mais ele demorava para descobrir a ordem certa, mais ansiosa eu ficava, e as vezes encaixava para ele. Eu o “AJUDAVA”, para evitar que ele ficasse mais frustrado. Mas ele continuava encaixando errado, e as vezes esperava para que eu fizesse por ele. Então expliquei pra ele a ordem correta, de acordo com as cor de cada anel. Ele observou, observou. E fez direitinho. Toda vez que encaixava corretamente nós parabenizávamos ele. Se tem uma coisa que ele (e acho que qualquer criança) adora é ser elogiado por ter conseguido fazer algo certo.

Se eu continuasse a empilhar por ele é certo que ele nunca se sentiria frustrado. Mas também nunca teria percebido o quanto é legal saber que consegue fazer algo por conta própria. O quanto é legal ser elogiado.

Meu filho sempre foi um bebê muito observador. E também prestativo. Está sempre querendo aprender e ajudar. Não cobro a ele mais do que sua idade o permite fazer, mas sempre o incentivo a reproduzir aquilo que ele pode fazer sozinho. Por exemplo:

  •  Após a troca de fralda, ele joga a fraldinha suja no lixo.
  • Guarda os brinquedos antes da hora das principais refeições.
  • Coloca as roupas sujas dentro da máquina de lavar.
  • Guarda as próprias roupas (dobradas por mim), em suas gavetas da cômoda.
  • Como a cadeira de alimentação dele é portátil, eu separei um local para ela no nosso guarda-roupas, e na hora de comer ele a pega e posiciona no local designado para fazer as refeições, depois guarda dentro do armário.
  • Descasca a banana e joga a casca no lixo. E se ver qualquer embalagem vazia, papel rasgado, plástico, etc, também joga no lixo.
  • Escova os dentes sozinho (depois eu dou uma escovada extra)
  • Gosta de ajudar na faxina, seja com um paninho ou escovinha para tirar pó das superfícies que consegue alcançar.
  • Na introdução alimentar fizemos o método BLW. Incentivando desde sempre que ele comesse sozinho em sua cadeirinha de alimentação portátil. Antes, com as próprias mãos, depois com uma colherzinha. Um pouco antes de completar 2 anos aprendeu a usar o garfo, que é seu talher preferido hoje em dia.

Fazer com que a criança ajude nas tarefas domésticas não é incentivar a exploração infantil, como alguns acham, longe disso. Devemos sempre nos lembrar que tudo que as crianças aprendem na infância será adaptado e utilizado na vida adulta.

Encontrei a imagem abaixo no pinterest, e acho legal tirar algumas ideias a partir daí:

Tarefas que as crianças podem (e devem) fazer, de acordo com a idade

Ensinar e incentivar crianças a guardar brinquedos, ajudar na faxina, arrumar a cama, etc, não apenas contribui para um lar limpo e sem bagunça. “Soma especialmente para que a criança entenda e saiba aplicar na vida adulta os valores de cooperação e ainda aprenda sobre autonomia e independência.”

– Mallu

 

Por que o Armário Capsula não funciona para mim

“Armário-cápsula é uma técnica que consiste em escolher uma quantidade limitada de peças para vestir durante um tempo determinado, sem comprar nada novo, apenas criando combinações com as peças existentes.”

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A ideia é atraente, mas depois de muito pesquisar e ver alguns videos sobre o assunto eu constatei que essa coisa de Capsule Wardrobe não é para mim. Por quê?

Uma resposta sem rodeios seria porque basicamente

  •  1. Meu armário já é uma capsula. (ou talvez eu devesse dizer que tenho um armário capsula não proposital.)

Mas esse não é o único motivo.

  • 2. Moro no Rio de Janeiro, uma cidade onde hoje faz 34º com sensação térmica de estar no inferno, mas amanhã chove para cacete e faz 19º. O clima é incerto demais para ter certeza que eu conseguiria usar todas as peças que eu escolhesse para a tal capsula.
  • 3. Não gosto da ideia de estar “esquecendo” alguma coisa. Por isso mesmo que deixo todas as minhas roupas a vista, enfileiradas nas gavetas ou penduradas em cabides. Nada de caixas. Tudo fica exposto, para que eu consiga saber exatamente tudo que eu tenho.
  • 4. E acho que se eu conseguisse não usar algo por tanto tempo (3 meses é o tempo médio de cada capsula, pois leva em conta cada estação do ano), provavelmente constataria que aquela peça não era tão importante para mim, e pensaria em desapegar dela. (Talvez esse seja um dos objetivos da capsula??)
  • 5. Eu já uso tudo que eu tenho. Desde 2016, quando li o livro “A mágica da Arrumação”, da Marie Kondo, não separo mais minhas roupas por “de sair” e “de ficar em casa”. Uso quase todas as roupas que estão a minha disposição em qualquer hora e lugar, com exceção de 2 vestidos longos que só usei em festas a noite. Mas estou pensando em começar a usá-los casualmente. Pois se for para esperar a próxima festa chique, é capaz dos vestidos nunca mais serem usados rs.
  • 6. Eu não teria onde guardar as peças que não poderia usar (e acabaria resgatando-as uma hora ou outra rs).

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Esses são os principais motivos que eu consigo me lembrar para não ter tentado fazer um armário capsula. O que eu quero deixar claro é que: Não tenho nada contra quem faz, apenas não funciona para mim. Acho que faz muito mais sentido para quem tem uma quantidade consideravelmente grande de roupas, porque dessa forma a pessoa consegue realmente usar todas as peças que têm (mesmo que leve meses para conseguir usar tudo). Ou até mesmo para quem está em busca de auto-conhecimento, sobre seu estilo.

Eu tenho poucas roupas, mas como todas são básicas, peças curingas, caem superbem com qualquer outra. Se repito roupa é porque eu quis usar aquilo, de novo e de novo, mas sempre com combinações diferentes. Gosto de acordar e poder vestir qualquer uma das peças do meu armário, que até pode parecer uma capsula, mas uma capsula sem qualquer tipo de restrições.

Qual sua opinião e experiência sobre armário capsula? Já teve algum? Faria ou também não é para você?

Beijos, Mallu

Compro uma roupa, desapego de outra

Praticando o desapego e mantendo a ordem no guarda-roupas

Um dos “segredos” para ter um guarda roupas minimalista (que significa ter peças que realmente usamos e gostamos, e não apenas um armário monocromático) é aprender a praticar o desapego casualmente. Por que de nada adianta fazer aquele super destralhe no final do ano, e continuar acumulando todos os dias seguintes.

Quando eu comecei meu processo de destralhe do guarda roupas eu me livrei de bastante coisa. Mas mantive muitas outras peças pelo fato de não ter nenhuma para substituir, no caso de eu precisar dela. E nessa de “um dia talvez eu precise”, fiquei com algumas peças  encalhadas no armário. Por exemplo, uma jaqueta rosa que um dia foi da minha mãe.

Hoje a jaqueta está desbotada e manchada, mas como eu não tinha outra jaqueta, decidi manter  a rosa, apesar de já fazer mais de dois anos que não a uso. Já pensei em tingi-la, mas nunca que arrumo tempo ou separo dinheiro para fazer isso. Eu poderia ter me desapegado há tempos dela, mas só agora que finalmente comprei uma nova que a coragem de manda-la embora apareceu.

Nesse mês de Março (e pela primeira vez no ano) comprei roupas novas. A jaqueta azul e o short preto já faziam parte do plano, e agora eu posso riscá-los da minha wishlist 2018. Apesar de não fazer parte da lista, a regata preta é um item que eu realmente estava precisando, e pretendo comprar mais regatas em cores diferentes, pois as poucas que tenho já estão esgarçadas e manchadas. (Atualização Agosto 2018: nao comprei outras regatas, pois ganhei duas da minha mãe. E percebi que nao preciso de mais que isso. As velhas foram há meses para o lixo, infelizmente estavam horríveis demais para serem doadas.) Já a camisa xadrez e a blusa de manga curta da Grifinória foram meus achados (paguei R$30 e R$15 nelas, respectivamente). Confesso que essas duas últimas foram compras impulsivas. A blusa da Grifinória era a única na loja e eu pensei “meu deus do céu preciso dessa blusa na minha gaveta”, MAS não me arrependo da aquisição. 1º. porque são lindas; 2º. porque agora não preciso mais pegar a camisa xadrez emprestada do boy.

COMPREI:

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E com essas compras, percebi que minha gaveta de blusas já estava ficando sem espaço e que todos os cabides já estavam ocupados. Meu instinto compulsivo dizia para eu comprar mais cabides e pensar em um novo tipo de dobra para compactar as blusas e conseguir milagrosamente mais espaço na gaveta. Mas eu sabia que já ta na hora de desapegar! Principalmente da jaqueta rosa, que enfeitava o cabideiro para o caso de “um dia eu precisar”, apesar de eu saber que nunca precisaria. Mas acho que o fato de ter sido da minha mãe foi o verdadeiro motivo de eu ter ficado com ela encalhada por tanto tempo. 

DESAPEGUEI:

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A regata, de tanto já ter usado, já estava larga demais. O body, que já foi de outra pessoa, apesar de já ter usado bastante, é apertado demais, e eu cansei de sufocar meu corpo. A camisa xadrez, que também já teve outra dona, só usei uma única vez, em 2015. PS: tbm me desfiz de uma calça leagging preta, mas esqueci de fotografar.

Quando compramos algo, e nos permitimos desapegar de outra coisa, conseguimos manter o equilíbrio. Dessa forma, o espaço não fica abarrotado de roupas, ou/e você nem sente como se “um dia” fosse precisar da peça que precisa dizer adeus.

É claro que pode chegar um momento em que você não queira se desfazer de nada. Por exemplo, apesar de eu ter comprado um short novo, estou satisfeita com todas os outros shorts que eu já tenho. E não tem nenhum problema nisso, contanto que ame e use todas as roupas que estão no seu armário. Já a calça leagging que me desfiz, apesar de não ter ainda uma substituta, já não me servia mais, pois estava totalmente gasta e velha. Se eu já não usava mesmo, não preciso esperar comprar outra nova para me desapegar da antiga.

Comprei 5 peças de roupa nova, sem precisar comprar nenhum cabide a mais. Pois me desfiz de 5 peças de roupa antigas, que ou eu não usava faz um tempo, ou eu não pretendia usar nunca mais.

E é tão bom ver a energia fluir. Roupa foi feita para ser usada. Se for para ficar no fundo da gaveta pegando pó, é melhor desapegar! 

Beijos, Mallu

4 dicas para manter o guarda-roupas sempre arrumadinho

Cabides iguais

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Ter um cabide padrão facilita muitíssimo na hora de procurar o que vestir. A intenção é poder enxergar todas as peças em uma só olhada. Com cabides diferentes, principalmente se for um de cada cor, nós acabamos ficando um pouco confusos em um primeiro momento, devido ao excesso de informação.

Os meus cabides, por exemplo, são todos de acrílico transparente. Por mais colorido que seu guarda roupas seja, ter um cabide padrão faz com que sua atenção seja direcionada apenas para as peças de roupas. Além de deixar o  visual do guarda-roupas bem clean.

Separar por cores

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Funciona melhor para quem assim como eu, acorda querendo vestir “preto”. Para quem prefere selecionar por modelos de roupa, ficaria mais fácil separar por sub categorias. Ex: regatas, manga curta, manga longa. Como a maioria das minhas blusas são de manga curta, separar por cores facilita demais. E claro, fica bem bonitinho esteticamente.

Padronizar uma dobra

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Eu gosto de empilhar todas as minhas roupas (exceto casacos, que ficam pendurados). Dobro conforme o tecido permite, mas uso a mesma técnica para todas as categorias.

Tirou, guardou

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Antes de sair para algum lugar, eu tinha a mania de tirar várias roupas da gaveta para experimentar. E aí quando escolhia alguma, batia aquela preguiça de dobrar todas as outras para guardar. E eu te digo uma coisa: Se a gente não guarda na hora (pera, vamos dar um prazo de até o fim da noite) as chances da nossa gaveta, prateleira, cabideiro, virar uma zona de bagunça interminável são grandes. Por isso sempre que tirar algo do lugar e decidir não usar, devolva a peça ao seu devido lugar! Sem falar que é bem melhor guardar tudo antes de sair, do que ter que arrumar tudo quando chegar. A preguiça pode bater forte, principalmente se a bagunça for grande. Então sempre que eu tiro algo, eu tenho o dever de devolvê-lo ao seu lugar até o fim da noite, mas costumo arrumar tudo antes de sair, para evitar que a preguiça me pegue de jeito na volta.

Essas são as 4 principais formas que eu encontrei para manter o meu guarda-roupas sempre arrumadinho. E você, tem alguma outra dica infalível? Compartilha comigo!

Beijos, Mallu

Parque Aquático com o bebê: O que não pode faltar?

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Passamos nossa segunda feira de carnaval em um parque aquático. Saimos de casa com a “mochila maternidade” (que é a única mochila que eu tenho, mas que uso para todos os lugares que vou) cheia, e uma bolsa térmica de 10 litros, também cheia. Achei que eu realmente tivesse posto apenas o necessário. “A gente vai alugar um armário quando chegar lá, e vai tá tudo certo”, pensei. Ingênua.
Mas assim que chegamos no parque, alugamos um armário, e aí o negócio ficou caótico. Foi um tal de aperta, tira coisa, empurra coisa, pra fazer caber tudo.
Como só estávamos em três (e um de nós nem pode ficar sozinho por 2 segundos), tivemos que levar a bolsa térmica para cima e para baixo (porque essa não coube no armário).

Conclusão: Levamos coisas demais. E não usamos metade dessas coisas.

Como foi a nossa primeira vez em família em um parque aquático, a gente releva né. Aprendemos com nossos erros, e nas próximas vezes vamos levar o mínimo possível. Apenas o essencial, espero.

Ficamos no parque aproximadamente 8 horas, então com base na minha experiência eu vou listar abaixo alguns itens (+anotações) que acho que são realmente essenciais, para um passeio no parque aquático com o bebê.

PARA O BEBÊ:

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A minha lista ideal.

  • Protetor solar Infantil
  • 3 Fraldas para piscina

Levei 6, só usei 2!! Li em um site que era para trocar toca vez que o bebê sair da água. Como o meu não queria sair da água ele ficou bastante tempo com as fraldinhas. E apesar de ter ficado 8 horas no parque, a gente não ficou 8 horas na piscina. Tem o almoço, a soneca pós almoço.. Levar um pacotão de fraldas é desperdício de espaço, na minha opinião. Então acho que 3 é um bom número, no caso das coisas derem errado mais de uma vez rs

  • 3 Fraldas comuns 

Levei 3, usei 2.

  • Boias

Levamos 3 tipos: as de braço, o colete, e aquela que fica envolta da cintura. Só usamos a da cintura, porque foi a única que o Dante não reclamou. E nós seguramos ele o tempo todo, então tudo bem. Boias vazias ocupam pouquíssimo espaço, então leve todas que for usar.

  • Lenço umidecido

O lenço foi mais para o caso de algo acontecer durante a ida e volta para casa. E No parque limpei ele com a água do chuveiro, e sequei com uma toalhinha. Se você usa algodão com água, melhor ainda, porque é só levar um pedaço de algodão. O bom do lenço é que não serve apenas para limpar o bumbum do bebê, mas também mãos sujas (do bebê e dos pais) de doce ou biscoito , etc.

  • Pomada contra assaduras

Mesmo que a criança não use pomada no dia a dia, é bom levar. Porque ela fica com a pele em contato com a fralda molhada por muito tempo, podendo avermelhar um pouquinho as regiões intimas. Passei a pomada no bebê antes de entrar na piscina, e depois que dei banho de chuveiro nele, para voltar a casa.

  • Toalha de banho

Levamos 3 toalhas, uma para cada, mas o papai quis usar duas delas para deitar na grama. Então se eu pudesse fazer as malas para um próximo passeio, levaria apenas 1. Usamos apenas 1 toalha para nos secar. Sequei o Dante depois do banho, somente depois usamos. Aí vai da cabeça de cada um, se acha ou não normal usar a mesma toalha.

ps: E substituiria as 2 toalhas de banho por 1 canga de praia, para o caso de querer deitar na grama rs.

  • Garrafa com água filtrada

Água não pode faltar, em para o bebê nem para você! A menos que você esteja preparada para a facada que vai levar no bolso se tiver que comprar água no próprio parque… Eu recomendo muito levar no mínimo 2 garrafinhas com água filtrada.

  • Uma troca de roupa

Nessa parte eu exagerei desnecessariamente. Então levando em conta que a criança já vai com alguma roupa no corpo, você só precisa levar mais uma troca de roupas para o caso de algo dar errado. (vamos pensar positivo, e imaginar que nada vai acontecer entre o trajeto casa-parque, ok) Assim que chegar no parque tire a roupa do bebê e guarde! Assim você vai ficar automaticamente com 2 trocas. Para todo lugar que eu vou com o Dante eu levo na mochila: 1 casaco, 1 regata, 1 calça, 1 short, 1 par de meias. No caso do parque, ele já foi vestindo 1 regata, 1 calça e par de chinelos. Então eu não precisaria levar 1 calça a mais (mas levei). Enfim, sou prevenida, mas como nesse dia exagerei minha dica é: não seja prevenida demais.

 Para os Pais:

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  • Protetor Solar

Ou economize espaço, e use o protetor do seu filho rs

  • Troca de roupa (se pretende molhar as que já vão no seu corpo)

No caso do meu marido fez mais sentido, já que ele entrou de short na piscina. Então ele levou  Eu voltei com a mesma roupa que fui, e teria economizado um espaço se não tivesse levado extras.

Importantes:

  • Carteira de identidade
  • Celular

Meu marido me fez colocar o carregador do celular na mochila. Estou me perguntando até hoje onde ele acha que iria carregar o celular… Como se sobrasse tempo pra ficar a toa deixando o tel grudado na tomada.

  • Dinheiro extra

Para o almoço, lanche, aluguel de armário, passagem de ônibus, uber, etc.

  • Chaves

    (no nosso caso, só a da casa mesmo)

 

E FIM!

Se eu pudesse voltar no tempo, teria levado apenas o essencial. Como não posso, registro nesse post o que eu acho que não pode faltar em um passeio pelo parque aquático com o bebê, para quem sabe, na próxima vez, eu leve uma mochila mais leve. E espero que tenha te ajudado de alguma forma.

Beijos, Mallu

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5 coisas para NÃO levar para 2018

Pessoas negativas

Você recebeu uma mensagem...

Nada como começar um novo ano bem longe daquilo que não te faz bem. E nesse caso, estou falando sobre pessoas.

Seja uma amiga invejosa, um namorado ciumento, uma pessoa que só sabe te encher o saco com os problemas da triste vida amorosa dela. Você passou o ano  inteiro (ou bem mais que isso) cultivando esse relacionamento tóxico, ouvindo tanta bobeirinha, não acha que já está na hora de dizer chega? As vezes podemos ficar meio sem jeito de nos afastarmos de alguém, com receio de magoar a pessoa. E provavelmente iremos magoar mesmo. Mas também não dá para continuar enchendo sua vida de negatividade. É melhor ser direto e verdadeiro, do que acabar virando uma esponja emocional. Já não basta o mundo ser tão negativo, não temos que encher nossos pensamentos com os problemas dos outros, nem aturar problemas que terceiros trazem para nossas vidas.

Falta de tempo

Não é falta de tempo. É a sua zona de conforto gritando. - #meInspirando #jeansouza #geraçãodevalor #geracaodevalor #marketing #digital #marketingdigital #empreendedorismo #empreendedor #empreender #digitalmarketing #mindset #empreendedorismodigital #mindsetcriativo #negocios #negócios #frases

Já virou um costume dizer que não temos tempo para nada. E eu entendo, a vida adulta é um carrossel que parece nunca parar de girar. Mas de vez em quando para, sim. E o que fazemos com o tempo livre? Normalmente perdemos a toa. Pessoas cancelam jantares e remarcam encontros por preguiça, isso sim. Muita gente prefere gastar seu tempo livre assistindo Netflix, ou fuxicando nas redes sociais. E o tempo para postar no Blog? Pois é, nem tenho. Pelo menos não enquanto maratonava Grey’s Anatomy pela 3º vez.

Então minha gente, parem de dizer que estão sempre sem tempo. Isso não deveria ser uma desculpa aceitável para não fazer algo. Precisamos começar a racionalizar o tempo que temos de sobra, porque sim, ele existe. E se nos organizarmos direitinho, em apenas um final de semana dá para fazer um montão de coisas legais, que não conseguiriamos fazer se ficassemos até tarde curtindo foto no instagram.

Reclamar o tempo todo

Quando você pensar em reclamar da vida

Meu maior defeito: Eu adoro reclamar. Acho chato demais ficar reclamando, já virou costume também. Mas eu tento, tento mesmo, me segurar o máximo que posso. Como nem sempre consigo não reclamar, tenho tentado praticar a gratidão com mais frequência. Agradecendo pelas coisas boas que temos, conseguimos espantar um pouquinho as reclamações tão corriqueiras do dia a dia. Conseguimos assim, perceber que apesar de ter muito o que reclamar, temos ainda mais coisas pelo que agradecer. Só reclamar não faz diferença nenhuma. Quer dizer, até faz, te torna uma pessoa chata. Então para este caso temos duas soluções infalíveis: Ou aceitamos as circunstâncias, ou fazemos algo para mudá-las.

Roupas que não te deixam confortável

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Sabe quando a gente usa a roupa/sapato pela primeira vez e logo de cara já bate aquele arrependimento de ter saído de casa com aquilo? Se comprou/ganhou a pouco tempo, ainda temos a chance de conseguir trocar por outra coisa. Mas se já está ha seculos enfeitando o guarda-roupas… Simplesmente desapegue.

Pelo menos para mim, conforto é tudo. De nada adianta estar radiante em cima de um salto altíssimo, se estão literalmente assassinando seus amados pézinhos. Um sapato de salto alto pode ser essencial para a fulana, mas é desconfortável demais para mim. E não importa se é bonito ou custou caro. Independente do modelo, tamanho, cor, se não te deixa confortável não vale a pena manter.

Aquela obrigação em dar presente

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Tem a Páscoa. Dia das Mães. Dia dos namorados. Dia dos pais. Dia das crianças. Natal. Isso sem contar com aniversários dos familiares, amigos, casamento, amigo secreto.

A maioria das pessoas pensa que “fica chato não dar presente”, e muitas vezes deixam de ir em uma comemoração por falta de grana para uma lembrancinha. Ou o contrário, apertam o orçamento, se individam só para a data não passar em branco. Vejo pessoas desesperadas nas lojas atrás de alguma coisa para pessoas que nem conhecem direito.

Presente deveria ser algo que você dá de coração, que você escolheu com tanto carinho pensando naquela pessoa. O capitalismo faz a gente pensar que precisamos, mas ninguém é obrigado a dar presente.

E se todo mundo escolhesse não ganhar nada, ao invés de ganhar algo que não gosta/não faz o estilo, as pessoas começariam a perceber que o mais legal das datas comemorativas é passar o dia ao lado de quem a gente ama. Que o melhor presente que a gente pode ganhar é a presença de alguém, que mesmo atarefado, “sem tempo”, aparece para dar um abraço e um “feliz aniversário/natal/ano novo”.

 

E você, consegue pensar em algo que definitivamente não pretende levar para 2018?

 

 

Minha coleção de sapatos minimalista

 

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Sabe aquela obsessão que os filmes/séries/sites dizem que as mulheres têm por sapatos? Então, definitivamente eu estou livre disso.

Para mim, destralhar sempre foi algo natural. Quando comprava um par novinho de sapatos, eu instintivamente já dava uma olhada em todos os meus pares antigos. E se um sapato não cabia mais no meu pé, não fazia mais meu estilo, ou estava gasto demais, eu simplesmente doava ou descartava.

Mas é claro que já comprei sapatos por impulso. Apesar de não ser a louca da promoção, tento sempre garimpar coisas legais por um precinho bacana. E nessas eu já me arrependi horrores, comprei pares de sapatos nada haver comigo/que machucavam demais os pés só pelo fato de estarem baratinhos. Mas desde que conheci o minimalismo, tenho pensado muito mais antes de comprar por impulso.

Acho que eu nunca tive mais que 10 pares de sapato de uma vez só. Na verdade, 10 é até demais para a minha rotina atual. Até mesmo antigamente, o meu único compromisso diário era ir para o colégio, então eu não precisava de nada além do que um tênis. Mas eu revezava meu tênis all star branco, com um oxford marrom, e um slipper. Todos já foram doados ou estragaram. Ganhei meu primeiro salto alto preto aos 15 anos, para usar na minha festa. E não me lembro de tê-lo usado mais do que 3 vezes depois disso. Se tem uma coisa que não combina comigo é SALTO ALTO. Não sei andar, e acho totalmente desconfortável. Então ano passado eu me desfiz do único e enorme salto alto que eu tinha.

Scarpin de Salto baixo

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Scarpin Vizzano, salto baixo.

Só que no começo desse ano fomos convidados para uma festa de quinze anos, e como era tudo bem formal, eu achei que era necessário adquirir um salto novamente, mas dessa vez com pouquíssimos centímetros. Não achei nenhum que gostasse por perto de casa, então minha mãe, já sabendo da minha “caça ao salto perfeito”, se adiantou e me presenteou com o par lindíssimo acima. Com tiras para ajustar a largura, e com apenas 4 centimetros de salto. Por enquanto só usei uma vez, mas definitivamente não pretendo me desfazer dele.

Tênis

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Tênis Beira Rio. Pesquisei no Google e descobri que esse modelo é chamado de Enfermagem. Caramba, deu até uma vontade de assistir Grey’s Anatomy agora rs

O tênis de enfermagem é o que eu mais uso. Eu tinha um de modelo parecido, na cor cinza e rosa. Mas o material era diferente, era pano. Furou mês passado, de um jeito que dava para ver meu dedão do pé, então foi para o lixo. Mas o preto é bem mais resistente. Também pretendo usá-lo até não poder mais rs

Oxford

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Oxford Moleca em verniz.

Faz tempo que eu não usava um Oxford. É o meu sapato mais novo. É super macio, meus pezinhos se sentem nas nuvens. E eu acho Oxfords lindos!

Rasteirinha

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Modelo igual da Melissa Flox, só que não é Melissa.

Essa rasteirinha machucava meus dedos na parte da frente, mas eu não queria me desfazer dela. Como ela é toda de plástico, resolvi cortar a parte da frente da tira central. Problema resolvido. Apesar disso, é o sapato que eu menos uso, pois prefiro sapatos fechados, que são mil vezes mais confortáveis. E eu não gosto muito dos meus pés.

Chinelo

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O chinelo mais estiloso  que eu já tive na vida

E por último, mas não menos importante, meu chinelo lindo do Star Wars, que achei na  sessão masculina de uma chinelaria. Calço 35/36, mas esse chinelo aí teve que ser 37-38, parece que os calçados masculinos tem a forma menor que os femininos.

Todos os meus sapatos são pretos (menos o chinelo). Não porque para ser minimalista tem que usar preto, porque não tem! Mas porque eu gosto dessa cor.

Para a rotina que tenho hoje, 5 é um ótimo número!. O legal é que consigo criar looks variados, despojados, clássicos e elegantes com os poucos sapatos que tenho.

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Sei que não vou manter esse número travado por muito tempo, pois eu pretendo adquirir uma nova bota (a minha antiga simplesmente desmanchou) e quem sabe um mocassim. De qualquer forma duvido que algum dia o número fique tão acima disso. Pois não compro sapatos porque estão na moda. Compro apenas se eu realmente estiver precisando de um novo par. E sempre pensando muito no conforto, que para mim é essencial!

– Mallu

5 Benefícios do Minimalismo

Mais dinheiro

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Quando você começa a comprar apenas aquilo que realmente necessita, sobra muito mais grana no final do mês. Dá até para guardar dinheiro, olha que loucura! haha Quem sabe começar a juntar dinheiro para comprar aquela coisa que você sempre quis, mas que parecia cara demais para o seu orçamento. Por exemplo: uma câmera nova, uma geladeira, a viagem dos seus sonhos.

 

Mais espaço

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Depois de começar os destralhes, a gente se dá conta do tanto de coisas inúteis que não deveriam estar ocupando espaço na nossa casa e vida. E sobra espaço no guarda-roupas, na gaveta de talheres, na caixa de brinquedos, na sua agenda. E tudo bem se parecer vazio, quanto mais espaço melhor!

 

Mais tempo

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Quanto menos tralha, menos tempo você gasta para arrumar sua casa. Quanto menos roupas, menos tempo você gasta para escolher um look para ir na padaria. Quanto menos compromissos sem sentido na sua agenda, mais tempo você tem para começar a fazer algo que você realmente gosta de fazer. Sobra tempo para começar um curso novo, sobra tempo para curtir com a família, e tempo para cuidar de você mesma.

 

Arrume-se em 10 minutos

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O seu guarda-roupas vai ficar tão a sua cara, que vai ficar muito mais fácil para montar um look legal bem rapidinho. Aquele momento de “Não tenho nada para vestir” não vai existir mais.  Hoje em dia até a maquiagem eu faço em 5 minutinhos (na verdade a única coisa que demora mesmo é a parte do delineador gatinho, que eu amo, mas ainda preciso de muita prática).

 

Nada de bagunça

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Quanto menos objetos a gente tem, menos chances têm do ambiente virar uma zona (seja um cômodo inteiro, o guarda-roupas, ou uma gaveta de ferramentas). Sem tralhas, sem bagunça.

 

Mas e você, quais outros benefícios o minimalismo tem trazido para a sua vida?

 

Guarda-roupas minimalista: Os tais itens essenciais

Por favor, pare e analise bem essa listinha abaixo:

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Você, mulher, tem todos os itens da lista? E você com certeza já deve saber que não precisa ter. Não é mesmo?

Quando eu era iniciante nessa jornada minimalista, eu adorava pesquisar essas listas.” Itens essenciais no guarda-roupas”.  Um dia me deparei com essa lista acima e reparei que eu não tinha metade dos itens ditados como essenciais. Por que eu não tinha uma Skinny colorida, uma bota de montaria nem um colete de pele fake? Parei, refleti.  Essas coisas simplesmente não tinham NADA haver comigo.

Como se alguém pudesse dizer o que é, e o que não é necessário no seu armário.

Enquanto que uma calça jeans preta é essencial para mim, pode não fazer nenhuma diferença no seu guarda-roupas.

Só a gente sabe o que combina com a gente, do que gostamos. Procurar por listinhas como essa só fazem a gente ficar mais perdida. Nos faz perder tempo e dinheiro a toa, com coisas que nem sequer passavam pela nossa cabeça.

Agora sempre que penso em comprar algo, eu me questiono sobre a importância de tal coisa. Perguntas como: “Isso é realmente necessário?”, ” Eu vou usar mais de uma vez?”, “Isso combina comigo?”, muitas vezes salvam nossos bolsos e não nos deixam cair em tentação.

Eu acho muito importante parar e refletir.

As vezes me vejo colocando no carrinho roupas da moda, ou que estão em promoção no site.  Errar faz parte do aprendizado. Eu sei que ainda vou gastar dinheiro com coisas que não preciso. É mesmo complicado remar contra a maré. Mas quando descobrimos os benefícios que viver com menos causa em nossas vidas, não faz sentido querer dar meia volta.

E eu tenho me esforçado bastante para controlar meus impulsos. Sempre paro e reflito. E afinal, será que alguém realmente precisa de 50 itens “essenciais” no guarda-roupas?

Eu com certeza consigo me virar muito bem sem uma skinny colorida.

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