Destralhando um guarda-roupa infantil: como eu faço para manter apenas o essencial

Inspiração para guardar as roupinhas de uma maneira diferente. Assim, elas participam da decoração do ambiente! Não é uma fofura? <3

pinterest

Crianças crescem muito rapidamente. Em um momento todas as roupinhas com etiqueta RN estão largas, e num piscar de olhos, você já precisa fazer uma reposição de roupas. Se pretende ter mais filhos é provável que queira guardar algumas das roupas em bom estado. De qualquer forma é bom tirar essas roupas de circulação. Guardá-las em caixas, para não causar confusão. Dessa forma terá uma ideia da quantidade de peças que restou para a criança atual, assim terá uma noção da quantidade de roupas que precisará repor.

Por experiência própria, a cada reposição, eu me sinto mais expert em organizar as gavetas da cômoda do meu filho. Fico atenta para não preencher todos os espaços vagos, e  quando as gavetas parecerem cheias demais eu sei que é hora de fazer um destralhe. Algumas mães podem achar bom ter roupas extras para “o caso de”. Porque talvez chova hoje, ou talvez a criança precise trocar de roupa 3 vezes ao dia porque insiste em brincar na lama. Mas precisamos ser realistas, há um número que mesmo nesses dias agitados, não é possível ultrapassar. Por mais bagunceira que a criança seja, se você lava as roupas mais do que uma vez por semana porque precisaria, por exemplo, de 20 blusas de manga curta? E será que ela realmente usa todas as blusas que têm (regatas, blusas de manga curta e manga comprida), ou as peças no fundo da gaveta estão sendo esquecidas?

De meses em meses eu dou uma boa olhada nas duas gavetas de roupas do meu filho e é dessa forma que decido o que manter, o que doar/vender, e o que jogar fora:

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foto: out/2018. Da esquerda para direita: regatas, manga curta e comprida, shorts.

1. Separo por categorias:

Tiro todas as roupas da gaveta e junto às pecas da mesma categoria em pequenas pilhas. Assim dá para ter uma noção do que tem de mais e o que está faltando.

2. Está em bom estado? Dá para consertar?

Eu não gosto de vestir roupas rasgadas, furadas, manchadas, então porque meu filho gostaria? Não acho que ele se importe de todo jeito. Poucas foram as roupas manchadas que um balde com água e sabão não conseguiram salvar. Se aparece um furinho na roupa e dá para consertar, eu costuro. Se não tem jeito de tirar uma mancha, eu mantenho como “roupa de ficar em casa” até não caber mais, mas se eu vejo que ele pode se virar bem sem aquela peça específica eu simplesmente desapego.

3. Ainda cabe?

Por motivos de: crescer rápido demais, eu sempre compro roupas que ele poderá usar por mais de um ano. Assim eu não preciso comprar roupas com tanta frequência. Na verdade nem lembro qual foi a última peça que comprei. De qualquer forma, minha mãe sempre compra roupa para ele, e imagino que todas serão usadas por bem mais que um ano.

4. É confortável?

Para mim conforto é muito mais importante que beleza. Então eu despenso roupas com tecidos duros e com nenhuma elasticidade. Já comprei peças apenas por serem bonitas pela internet ou para certa ocasião, e por não serem muito confortáveis foram usadas pouquíssimas vezes, ou nunca.

E como diz Nathalia Arcuri: Roupa parada no armário, é dinheiro jogado no lixo.

Então tenho dado mais valor ao meu dinheiro e preferido as peças 100% algodão.

5. Doar/Vender ou jogar no lixo?

Exemplos:

As roupas em bom estado mas que talvez tenham pequenos defeitos podem ser doadas. Doadas para um conhecido, para um desconhecido em um grupo de desapego ou em uma instituição de caridade.

As roupas em ótimo estado que não cabem ou não são confortáveis podem ser doadas ou vendidas. Vendidas em grupos de desapego, brechós ou sites na internet como OLX e enjoei. Eu tenho usado bastante a ferramenta marketplace do Facebook, para ganhar uma graninha com os desapegos do meu filho (incluindo sapatos e outros itens de enxoval do bebê que não uso mais).

E as roupas que não tem jeito em tese iriam para o lixo. Mas isso nunca aconteceu, pois sempre arrumei um jeito rs.

6. Agora é só guardar o que restou e apreciar os espaços de sobra!

De vez em quando eu tenho uma falsa impressão de que agora ele não vai ter quase nada para vestir. As vezes isso acontece porque realmente ele cresceu bastante nesse ultimo ano, em outras vezes é só por costume de ver a gaveta quase sempre cheia.

Se realmente preciso repor alguma peça, anoto em uma lista para comprar quando surgir uma promoção no site da Renner ou Riachuello (essas são as fast-fashion que eu mais compro roupas, acho que tem um ótimo custo x beneficio, já que a maioria das peças que ele tem são usadas por volta de uns 2 anos seguidos). E pronto.

Destralhe concluído com sucesso!

– Mallu

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