Compro uma roupa, desapego de outra

Praticando o desapego e mantendo a ordem no guarda-roupas

Um dos “segredos” para ter um guarda roupas minimalista (que significa ter peças que realmente usamos e gostamos, e não apenas um armário monocromático) é aprender a praticar o desapego casualmente. Por que de nada adianta fazer aquele super destralhe no final do ano, e continuar acumulando todos os dias seguintes.

Quando eu comecei meu processo de destralhe do guarda roupas eu me livrei de bastante coisa. Mas mantive muitas outras peças pelo fato de não ter nenhuma para substituir, no caso de eu precisar dela. E nessa de “um dia talvez eu precise”, fiquei com algumas peças  encalhadas no armário. Por exemplo, uma jaqueta rosa que um dia foi da minha mãe.

Hoje a jaqueta está desbotada e manchada, mas como eu não tinha outra jaqueta, decidi manter  a rosa, apesar de já fazer mais de dois anos que não a uso. Já pensei em tingi-la, mas nunca que arrumo tempo ou separo dinheiro para fazer isso. Eu poderia ter me desapegado há tempos dela, mas só agora que finalmente comprei uma nova que a coragem de manda-la embora apareceu.

Nesse mês de Março (e pela primeira vez no ano) comprei roupas novas. A jaqueta azul e o short preto já faziam parte do plano, e agora eu posso riscá-los da minha wishlist 2018. Apesar de não fazer parte da lista, a regata preta é um item que eu realmente estava precisando, e pretendo comprar mais regatas em cores diferentes, pois as poucas que tenho já estão esgarçadas e manchadas. Já a camisa xadrez e a blusa de manga curta da Grifinória foram meus achados (paguei R$30 e R$15 nelas, respectivamente). Confesso que essas duas últimas foram compras impulsivas. A blusa da Grifinória era a única na loja e eu pensei “meu deus do céu preciso dessa blusa na minha gaveta”, MAS não me arrependo da aquisição. 1º. porque são lindas; 2º. porque agora não preciso mais pegar a camisa xadrez emprestada do boy.

COMPREI:

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E com essas compras, percebi que minha gaveta de blusas já estava ficando sem espaço e que todos os cabides já estavam ocupados. Meu instinto compulsivo dizia para eu comprar mais cabides e pensar em um novo tipo de dobra para compactar as blusas e conseguir milagrosamente mais espaço na gaveta. Mas eu sabia que já ta na hora de desapegar! Principalmente da jaqueta rosa, que enfeitava o cabideiro para o caso de “um dia eu precisar”, apesar de eu saber que nunca precisaria. Mas acho que o fato de ter sido da minha mãe foi o verdadeiro motivo de eu ter ficado com ela encalhada por tanto tempo. 

DESAPEGUEI:

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A regata, de tanto já ter usado, já estava larga demais. O body, que já foi de outra pessoa, apesar de já ter usado bastante, é apertado demais, e eu cansei de sufocar meu corpo. A camisa xadrez, que também já teve outra dona, só usei uma única vez, em 2015. PS: tbm me desfiz de uma calça leagging preta, mas esqueci de fotografar.

Quando compramos algo, e nos permitimos desapegar de outra coisa, conseguimos manter o equilíbrio. Dessa forma, o espaço não fica abarrotado de roupas, ou/e você nem sente como se “um dia” fosse precisar da peça que precisa dizer adeus.

É claro que pode chegar um momento em que você não queira se desfazer de nada. Por exemplo, apesar de eu ter comprado um short novo, estou satisfeita com todas os outros shorts que eu já tenho. E não tem nenhum problema nisso, contanto que ame e use todas as roupas que estão no seu armário. Já a calça leagging que me desfiz, apesar de não ter ainda uma substituta, já não me servia mais, pois estava totalmente gasta e velha. Se eu já não usava mesmo, não preciso esperar comprar outra nova para me desapegar da antiga.

Comprei 5 peças de roupa nova, sem precisar comprar nenhum cabide a mais. Pois me desfiz de 5 peças de roupa antigas, que ou eu não usava faz um tempo, ou eu não pretendia usar nunca mais.

E é tão bom ver a energia fluir. Roupa foi feita para ser usada. Se for para ficar no fundo da gaveta pegando pó, é melhor desapegar! 

Beijos, Mallu
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4 dicas para manter o guarda-roupas sempre arrumadinho

Cabides iguais

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Ter um cabide padrão facilita muitíssimo na hora de procurar o que vestir. A intenção é poder enxergar todas as peças em uma só olhada. Com cabides diferentes, principalmente se for um de cada cor, nós acabamos ficando um pouco confusos em um primeiro momento, devido ao excesso de informação.

Os meus cabides, por exemplo, são todos de acrílico transparente. Por mais colorido que seu guarda roupas seja, ter um cabide padrão faz com que sua atenção seja direcionada apenas para as peças de roupas. Além de deixar o  visual do guarda-roupas bem clean.

Separar por cores

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Funciona melhor para quem assim como eu, acorda querendo vestir “preto”. Para quem prefere selecionar por modelos de roupa, ficaria mais fácil separar por sub categorias. Ex: regatas, manga curta, manga longa. Como a maioria das minhas blusas são de manga curta, separar por cores facilita demais. E claro, fica bem bonitinho esteticamente.

Padronizar uma dobra

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Eu gosto de empilhar todas as minhas roupas (exceto casacos, que ficam pendurados). Dobro conforme o tecido permite, mas uso a mesma técnica para todas as categorias.

Tirou, guardou

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Antes de sair para algum lugar, eu tinha a mania de tirar várias roupas da gaveta para experimentar. E aí quando escolhia alguma, batia aquela preguiça de dobrar todas as outras para guardar. E eu te digo uma coisa: Se a gente não guarda na hora (pera, vamos dar um prazo de até o fim da noite) as chances da nossa gaveta, prateleira, cabideiro, virar uma zona de bagunça interminável são grandes. Por isso sempre que tirar algo do lugar e decidir não usar, devolva a peça ao seu devido lugar! Sem falar que é bem melhor guardar tudo antes de sair, do que ter que arrumar tudo quando chegar. A preguiça pode bater forte, principalmente se a bagunça for grande. Então sempre que eu tiro algo, eu tenho o dever de devolvê-lo ao seu lugar até o fim da noite, mas costumo arrumar tudo antes de sair, para evitar que a preguiça me pegue de jeito na volta.

Essas são as 4 principais formas que eu encontrei para manter o meu guarda-roupas sempre arrumadinho. E você, tem alguma outra dica infalível? Compartilha comigo!

Beijos, Mallu

Parque Aquático com o bebê: O que não pode faltar?

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Passamos nossa segunda feira de carnaval em um parque aquático. Saimos de casa com a “mochila maternidade” (que é a única mochila que eu tenho, mas que uso para todos os lugares que vou) cheia, e uma bolsa térmica de 10 litros, também cheia. Achei que eu realmente tivesse posto apenas o necessário. “A gente vai alugar um armário quando chegar lá, e vai tá tudo certo”, pensei. Ingênua.
Mas assim que chegamos no parque, alugamos um armário, e aí o negócio ficou caótico. Foi um tal de aperta, tira coisa, empurra coisa, pra fazer caber tudo.
Como só estávamos em três (e um de nós nem pode ficar sozinho por 2 segundos), tivemos que levar a bolsa térmica para cima e para baixo (porque essa não coube no armário).

Conclusão: Levamos coisas demais. E não usamos metade dessas coisas.

Como foi a nossa primeira vez em família em um parque aquático, a gente releva né. Aprendemos com nossos erros, e nas próximas vezes vamos levar o mínimo possível. Apenas o essencial, espero.

Ficamos no parque aproximadamente 8 horas, então com base na minha experiência eu vou listar abaixo alguns itens (+anotações) que acho que são realmente essenciais, para um passeio no parque aquático com o bebê.

PARA O BEBÊ:

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A minha lista ideal.

  • Protetor solar Infantil
  • 3 Fraldas para piscina

Levei 6, só usei 2!! Li em um site que era para trocar toca vez que o bebê sair da água. Como o meu não queria sair da água ele ficou bastante tempo com as fraldinhas. E apesar de ter ficado 8 horas no parque, a gente não ficou 8 horas na piscina. Tem o almoço, a soneca pós almoço.. Levar um pacotão de fraldas é desperdício de espaço, na minha opinião. Então acho que 3 é um bom número, no caso das coisas derem errado mais de uma vez rs

  • 3 Fraldas comuns 

Levei 3, usei 2.

  • Boias

Levamos 3 tipos: as de braço, o colete, e aquela que fica envolta da cintura. Só usamos a da cintura, porque foi a única que o Dante não reclamou. E nós seguramos ele o tempo todo, então tudo bem. Boias vazias ocupam pouquíssimo espaço, então leve todas que for usar.

  • Lenço umidecido

O lenço foi mais para o caso de algo acontecer durante a ida e volta para casa. E No parque limpei ele com a água do chuveiro, e sequei com uma toalhinha. Se você usa algodão com água, melhor ainda, porque é só levar um pedaço de algodão. O bom do lenço é que não serve apenas para limpar o bumbum do bebê, mas também mãos sujas (do bebê e dos pais) de doce ou biscoito , etc.

  • Pomada contra assaduras

Mesmo que a criança não use pomada no dia a dia, é bom levar. Porque ela fica com a pele em contato com a fralda molhada por muito tempo, podendo avermelhar um pouquinho as regiões intimas. Passei a pomada no bebê antes de entrar na piscina, e depois que dei banho de chuveiro nele, para voltar a casa.

  • Toalha de banho

Levamos 3 toalhas, uma para cada, mas o papai quis usar duas delas para deitar na grama. Então se eu pudesse fazer as malas para um próximo passeio, levaria apenas 1. Usamos apenas 1 toalha para nos secar. Sequei o Dante depois do banho, somente depois usamos. Aí vai da cabeça de cada um, se acha ou não normal usar a mesma toalha.

ps: E substituiria as 2 toalhas de banho por 1 canga de praia, para o caso de querer deitar na grama rs.

  • Garrafa com água filtrada

Água não pode faltar, em para o bebê nem para você! A menos que você esteja preparada para a facada que vai levar no bolso se tiver que comprar água no próprio parque… Eu recomendo muito levar no mínimo 2 garrafinhas com água filtrada.

  • Uma troca de roupa

Nessa parte eu exagerei desnecessariamente. Então levando em conta que a criança já vai com alguma roupa no corpo, você só precisa levar mais uma troca de roupas para o caso de algo dar errado. (vamos pensar positivo, e imaginar que nada vai acontecer entre o trajeto casa-parque, ok) Assim que chegar no parque tire a roupa do bebê e guarde! Assim você vai ficar automaticamente com 2 trocas. Para todo lugar que eu vou com o Dante eu levo na mochila: 1 casaco, 1 regata, 1 calça, 1 short, 1 par de meias. No caso do parque, ele já foi vestindo 1 regata, 1 calça e par de chinelos. Então eu não precisaria levar 1 calça a mais (mas levei). Enfim, sou prevenida, mas como nesse dia exagerei minha dica é: não seja prevenida demais.

 Para os Pais:

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  • Protetor Solar

Ou economize espaço, e use o protetor do seu filho rs

  • Troca de roupa (se pretende molhar as que já vão no seu corpo)

No caso do meu marido fez mais sentido, já que ele entrou de short na piscina. Então ele levou  Eu voltei com a mesma roupa que fui, e teria economizado um espaço se não tivesse levado extras.

Importantes:

  • Carteira de identidade
  • Celular

Meu marido me fez colocar o carregador do celular na mochila. Estou me perguntando até hoje onde ele acha que iria carregar o celular… Como se sobrasse tempo pra ficar a toa deixando o tel grudado na tomada.

  • Dinheiro extra

Para o almoço, lanche, aluguel de armário, passagem de ônibus, uber, etc.

  • Chaves

    (no nosso caso, só a da casa mesmo)

 

E FIM!

Se eu pudesse voltar no tempo, teria levado apenas o essencial. Como não posso, registro nesse post o que eu acho que não pode faltar em um passeio pelo parque aquático com o bebê, para quem sabe, na próxima vez, eu leve uma mochila mais leve. E espero que tenha te ajudado de alguma forma.

Beijos, Mallu

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5 coisas para NÃO levar para 2018

Pessoas negativas

Você recebeu uma mensagem...

Nada como começar um novo ano bem longe daquilo que não te faz bem. E nesse caso, estou falando sobre pessoas.

Seja uma amiga invejosa, um namorado ciumento, uma pessoa que só sabe te encher o saco com os problemas da triste vida amorosa dela. Você passou o ano  inteiro (ou bem mais que isso) cultivando esse relacionamento tóxico, ouvindo tanta bobeirinha, não acha que já está na hora de dizer chega? As vezes podemos ficar meio sem jeito de nos afastarmos de alguém, com receio de magoar a pessoa. E provavelmente iremos magoar mesmo. Mas também não dá para continuar enchendo sua vida de negatividade. É melhor ser direto e verdadeiro, do que acabar virando uma esponja emocional. Já não basta o mundo ser tão negativo, não temos que encher nossos pensamentos com os problemas dos outros, nem aturar problemas que terceiros trazem para nossas vidas.

Falta de tempo

Não é falta de tempo. É a sua zona de conforto gritando. - #meInspirando #jeansouza #geraçãodevalor #geracaodevalor #marketing #digital #marketingdigital #empreendedorismo #empreendedor #empreender #digitalmarketing #mindset #empreendedorismodigital #mindsetcriativo #negocios #negócios #frases

Já virou um costume dizer que não temos tempo para nada. E eu entendo, a vida adulta é um carrossel que parece nunca parar de girar. Mas de vez em quando para, sim. E o que fazemos com o tempo livre? Normalmente perdemos a toa. Pessoas cancelam jantares e remarcam encontros por preguiça, isso sim. Muita gente prefere gastar seu tempo livre assistindo Netflix, ou fuxicando nas redes sociais. E o tempo para postar no Blog? Pois é, nem tenho. Pelo menos não enquanto maratonava Grey’s Anatomy pela 3º vez.

Então minha gente, parem de dizer que estão sempre sem tempo. Isso não deveria ser uma desculpa aceitável para não fazer algo. Precisamos começar a racionalizar o tempo que temos de sobra, porque sim, ele existe. E se nos organizarmos direitinho, em apenas um final de semana dá para fazer um montão de coisas legais, que não conseguiriamos fazer se ficassemos até tarde curtindo foto no instagram.

Reclamar o tempo todo

Quando você pensar em reclamar da vida

Meu maior defeito: Eu adoro reclamar. Acho chato demais ficar reclamando, já virou costume também. Mas eu tento, tento mesmo, me segurar o máximo que posso. Como nem sempre consigo não reclamar, tenho tentado praticar a gratidão com mais frequência. Agradecendo pelas coisas boas que temos, conseguimos espantar um pouquinho as reclamações tão corriqueiras do dia a dia. Conseguimos assim, perceber que apesar de ter muito o que reclamar, temos ainda mais coisas pelo que agradecer. Só reclamar não faz diferença nenhuma. Quer dizer, até faz, te torna uma pessoa chata. Então para este caso temos duas soluções infalíveis: Ou aceitamos as circunstâncias, ou fazemos algo para mudá-las.

Roupas que não te deixam confortável

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Sabe quando a gente usa a roupa/sapato pela primeira vez e logo de cara já bate aquele arrependimento de ter saído de casa com aquilo? Se comprou/ganhou a pouco tempo, ainda temos a chance de conseguir trocar por outra coisa. Mas se já está ha seculos enfeitando o guarda-roupas… Simplesmente desapegue.

Pelo menos para mim, conforto é tudo. De nada adianta estar radiante em cima de um salto altíssimo, se estão literalmente assassinando seus amados pézinhos. Um sapato de salto alto pode ser essencial para a fulana, mas é desconfortável demais para mim. E não importa se é bonito ou custou caro. Independente do modelo, tamanho, cor, se não te deixa confortável não vale a pena manter.

Aquela obrigação em dar presente

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Tem a Páscoa. Dia das Mães. Dia dos namorados. Dia dos pais. Dia das crianças. Natal. Isso sem contar com aniversários dos familiares, amigos, casamento, amigo secreto.

A maioria das pessoas pensa que “fica chato não dar presente”, e muitas vezes deixam de ir em uma comemoração por falta de grana para uma lembrancinha. Ou o contrário, apertam o orçamento, se individam só para a data não passar em branco. Vejo pessoas desesperadas nas lojas atrás de alguma coisa para pessoas que nem conhecem direito.

Presente deveria ser algo que você dá de coração, que você escolheu com tanto carinho pensando naquela pessoa. O capitalismo faz a gente pensar que precisamos, mas ninguém é obrigado a dar presente.

E se todo mundo escolhesse não ganhar nada, ao invés de ganhar algo que não gosta/não faz o estilo, as pessoas começariam a perceber que o mais legal das datas comemorativas é passar o dia ao lado de quem a gente ama. Que o melhor presente que a gente pode ganhar é a presença de alguém, que mesmo atarefado, “sem tempo”, aparece para dar um abraço e um “feliz aniversário/natal/ano novo”.

 

E você, consegue pensar em algo que definitivamente não pretende levar para 2018?

 

 

Minha coleção de sapatos minimalista

 

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Sabe aquela obsessão que os filmes/séries/sites dizem que as mulheres têm por sapatos? Então, definitivamente eu estou livre disso.

Para mim, destralhar sempre foi algo natural. Quando comprava um par novinho de sapatos, eu instintivamente já dava uma olhada em todos os meus pares antigos. E se um sapato não cabia mais no meu pé, não fazia mais meu estilo, ou estava gasto demais, eu simplesmente doava ou descartava.

Mas é claro que já comprei sapatos por impulso. Apesar de não ser a louca da promoção, tento sempre garimpar coisas legais por um precinho bacana. E nessas eu já me arrependi horrores, comprei pares de sapatos nada haver comigo/que machucavam demais os pés só pelo fato de estarem baratinhos. Mas desde que conheci o minimalismo, tenho pensado muito mais antes de comprar por impulso.

Acho que eu nunca tive mais que 10 pares de sapato de uma vez só. Na verdade, 10 é até demais para a minha rotina atual. Até mesmo antigamente, o meu único compromisso diário era ir para o colégio, então eu não precisava de nada além do que um tênis. Mas eu revezava meu tênis all star branco, com um oxford marrom, e um slipper. Todos já foram doados ou estragaram. Ganhei meu primeiro salto alto preto aos 15 anos, para usar na minha festa. E não me lembro de tê-lo usado mais do que 3 vezes depois disso. Se tem uma coisa que não combina comigo é SALTO ALTO. Não sei andar, e acho totalmente desconfortável. Então ano passado eu me desfiz do único e enorme salto alto que eu tinha.

Scarpin de Salto baixo

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Scarpin Vizzano, salto baixo.

Só que no começo desse ano fomos convidados para uma festa de quinze anos, e como era tudo bem formal, eu achei que era necessário adquirir um salto novamente, mas dessa vez com pouquíssimos centímetros. Não achei nenhum que gostasse por perto de casa, então minha mãe, já sabendo da minha “caça ao salto perfeito”, se adiantou e me presenteou com o par lindíssimo acima. Com tiras para ajustar a largura, e com apenas 4 centimetros de salto. Por enquanto só usei uma vez, mas definitivamente não pretendo me desfazer dele.

Tênis

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Tênis Beira Rio. Pesquisei no Google e descobri que esse modelo é chamado de Enfermagem. Caramba, deu até uma vontade de assistir Grey’s Anatomy agora rs

O tênis de enfermagem é o que eu mais uso. Eu tinha um de modelo parecido, na cor cinza e rosa. Mas o material era diferente, era pano. Furou mês passado, de um jeito que dava para ver meu dedão do pé, então foi para o lixo. Mas o preto é bem mais resistente. Também pretendo usá-lo até não poder mais rs

Oxford

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Oxford Moleca em verniz.

Faz tempo que eu não usava um Oxford. É o meu sapato mais novo. É super macio, meus pezinhos se sentem nas nuvens. E eu acho Oxfords lindos!

Rasteirinha

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Modelo igual da Melissa Flox, só que não é Melissa.

Essa rasteirinha machucava meus dedos na parte da frente, mas eu não queria me desfazer dela. Como ela é toda de plástico, resolvi cortar a parte da frente da tira central. Problema resolvido. Apesar disso, é o sapato que eu menos uso, pois prefiro sapatos fechados, que são mil vezes mais confortáveis. E eu não gosto muito dos meus pés.

Chinelo

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O chinelo mais estiloso  que eu já tive na vida

E por último, mas não menos importante, meu chinelo lindo do Star Wars, que achei na  sessão masculina de uma chinelaria. Calço 35/36, mas esse chinelo aí teve que ser 37-38, parece que os calçados masculinos tem a forma menor que os femininos.

Antes de fazer esse post eu tinha mais dois sapatos, mas resolvi me desfazer deles (Vou mostrar em outro post). E junto com o Oxford, também havia comprado um mocassim pela internet, mas ficou largo e destruiu meus dedos. Resolvi trocar por uma blusa da Casa Targaryen. Ainda pretendo ter um mocassim, mas de outra marca ou modelo. Então a minha caça ao mocassim perfeito vai ter que ficar para o próximo ano.

Todos os meus sapatos são pretos (menos o chinelo). Não porque para ser minimalista tem que usar preto, porque não tem! Mas porque eu gosto dessa cor.

Para a rotina que tenho hoje, 5 é um ótimo número!. O legal é que consigo criar looks variados, despojados, clássicos e elegantes com os poucos sapatos que tenho.

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Sei que não vou manter esse número travado por muito tempo, pois eu pretendo adquirir uma nova bota (a minha antiga simplesmente desmanchou) e o mocassim que já falei acima. De qualquer forma duvido que algum dia o número fique tão acima disso. Pois não compro sapatos porque estão na moda. Compro apenas se eu realmente estiver precisando de um novo par. E normalmente,  só compro mesmo se não conseguir tirar o tal sapato da cabeça por mais de um mês. E sempre pensando muito no conforto, que para mim é essencial!

– Mallu

5 Benefícios do Minimalismo

Mais dinheiro

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Quando você começa a comprar apenas aquilo que realmente necessita, sobra muito mais grana no final do mês. Dá até para guardar dinheiro, olha que loucura! haha Quem sabe começar a juntar dinheiro para comprar aquela coisa que você sempre quis, mas que parecia cara demais para o seu orçamento. Por exemplo: uma câmera nova, uma geladeira, a viagem dos seus sonhos.

 

Mais espaço

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Depois de começar os destralhes, a gente se dá conta do tanto de coisas inúteis que não deveriam estar ocupando espaço na nossa casa e vida. E sobra espaço no guarda-roupas, na gaveta de talheres, na caixa de brinquedos, na sua agenda. E tudo bem se parecer vazio, quanto mais espaço melhor!

 

Mais tempo

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Quanto menos tralha, menos tempo você gasta para arrumar sua casa. Quanto menos roupas, menos tempo você gasta para escolher um look para ir na padaria. Quanto menos compromissos sem sentido na sua agenda, mais tempo você tem para começar a fazer algo que você realmente gosta de fazer. Sobra tempo para começar um curso novo, sobra tempo para curtir com a família, e tempo para cuidar de você mesma.

 

Arrume-se em 10 minutos

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O seu guarda-roupas vai ficar tão a sua cara, que vai ficar muito mais fácil para montar um look legal bem rapidinho. Aquele momento de “Não tenho nada para vestir” não vai existir mais.  Hoje em dia até a maquiagem eu faço em 5 minutinhos (na verdade a única coisa que demora mesmo é a parte do delineador gatinho, que eu amo, mas ainda preciso de muita prática).

 

Nada de bagunça

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Quanto menos objetos a gente tem, menos chances têm do ambiente virar uma zona (seja um cômodo inteiro, o guarda-roupas, ou uma gaveta de ferramentas). Sem tralhas, sem bagunça.

 

Mas e você, quais outros benefícios o minimalismo tem trazido para a sua vida?

 

Guarda-roupas minimalista: Os tais itens essenciais

Por favor, pare e analise bem essa listinha abaixo:

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Você, mulher, tem todos os itens da lista? E você com certeza já deve saber que não precisa ter. Não é mesmo?

Quando eu era iniciante nessa jornada minimalista, eu adorava pesquisar essas listas.” Itens essenciais no guarda-roupas”.  Um dia me deparei com essa lista acima e reparei que eu não tinha metade dos itens ditados como essenciais. Por que eu não tinha uma Skinny colorida, uma bota de montaria nem um colete de pele fake? Parei, refleti.  Essas coisas simplesmente não tinham NADA haver comigo.

Como se alguém pudesse dizer o que é, e o que não é necessário no seu armário.

Enquanto que uma calça jeans preta é essencial para mim, pode não fazer nenhuma diferença no seu guarda-roupas.

Só a gente sabe o que combina com a gente, do que gostamos. Procurar por listinhas como essa só fazem a gente ficar mais perdida. Nos faz perder tempo e dinheiro a toa, com coisas que nem sequer passavam pela nossa cabeça.

Agora sempre que penso em comprar algo, eu me questiono sobre a importância de tal coisa. Perguntas como: “Isso é realmente necessário?”, ” Eu vou usar mais de uma vez?”, “Isso combina comigo?”, muitas vezes salvam nossos bolsos e não nos deixam cair em tentação.

Eu acho muito importante parar e refletir.

As vezes me vejo colocando no carrinho roupas da moda, ou que estão em promoção no site.  Errar faz parte do aprendizado. Eu sei que ainda vou gastar dinheiro com coisas que não preciso. É mesmo complicado remar contra a maré. Mas quando descobrimos os benefícios que viver com menos causa em nossas vidas, não faz sentido querer dar meia volta.

E eu tenho me esforçado bastante para controlar meus impulsos. Sempre paro e reflito. E afinal, será que alguém realmente precisa de 50 itens “essenciais” no guarda-roupas?

Eu com certeza consigo me virar muito bem sem uma skinny colorida.

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